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Por volta do ano de 1940, Tomaz Vicente Vicente adquiriu, juntamente com seu filho José Vicente Vicente, uma gleba de 110 alqueires de terras da Fazenda Palmeira, ótima para o plantio de café, produto agrícola que eles, oriundos de uma família de tradicionais cafeicultores, conheciam profundamente. Vinham de São José do Rio Preto e, para chegarem à dita terra de caminhão gastavam 15 dias, tendo em vista o longo percurso da estrada e suas péssimas condições. Hoje, esse trajeto é feito em menos de duas horas.
O Patrimônio de Palmeira D’Oeste foi fundado em 13 de dezembro de 1944, dia de Santa Luzia, que ficou sendo a padroeira da nova cidade.
Em 1969, Palmeira D’Oeste possuía 25 mil habitantes. O município, que nos anos 60 foi considerado o maior produtor de banana do Estado de São Paulo, foi também grande produtor de café, algodão, arroz, milho e amendoim, mas as diversas adversidades de tempo (improdutividade, falta de incentivo ao agricultor, preços ínfimos na época das colheitas) originou o êxodo rural, diminuindo em mais de 50% a população do município. Hoje com pequenas propriedades rurais (menos de mil), produz em menor escala o café, seguido pelas uvas Rubi e Itália e cítricos (laranja, limão, etc.).